Reflexão sobre religião, liberdade de consciência e busca espiritual.
Sinto pena das milhares de pessoas que, na minha visão, estão cegas sendo guiadas por outros cegos rumo ao abismo.
Acredito que muitas pessoas perderam a infância, o convívio familiar e, em alguns casos, até a própria vida por causa dessa organização.
Prefiro estar sozinho do que ter minha mente escravizada por uma organização ou por ideias que considero falsas.
Creio que, no tempo certo, Deus (Jah/YHWH) fará justiça.
Vejo uma grande preocupação com dinheiro, patrimônio e expansão da organização. Para mim, isso lembra a descrição bíblica daqueles que são “amantes do dinheiro”.
Considero que seus líderes vivem cercados por riqueza e viciados em poder.
Referências bíblicas: 2 Timóteo 3:1-5 – “…amantes de si mesmos, amantes do dinheiro…” Lucas 17:27 – “…casavam-se e eram dados em casamento…”
Tenho como objetivo, cuidar da minha própria vida, que já seria suficientemente difícil sem aquilo que considero falsas doutrinas. Não desejo desperdiçar meu tempo com o que entendo como lavagem cerebral.
Minha busca é por:
· sabedoria;
· iluminação;
· saúde;
· paz;
· bem-estar para mim e para as pessoas que amo.
Não busco riqueza nem seguidores.
Apenas acho que se uma organização deseja construir salões ou templos, acredito que deveria contratar profissionais para isso, em vez de depender do trabalho gratuito de jovens, idosos e famílias inteiras.
· arrecadam dinheiro para comprar terrenos;
· arrecadam novamente para comprar materiais;
· solicitam mão de obra voluntária para construir;
· posteriormente vendem os imóveis;
· reiniciam todo o processo.
Vejo esse ciclo sendo repetido durante muitos anos.
Para mim, isso é algo que merece ser investigado e analisado criticamente.
Por isso incentivo qualquer pessoa a:
· estudar;
· pesquisar;
· verificar diferentes fontes;
· desenvolver pensamento crítico;
· não aceitar afirmações apenas por autoridade.
Quem compreende essas questões e ainda assim permanece por conformismo faz uma escolha diferente da minha.
Não me considero conformado com minha situação. Apenas acredito que estou aguardando aquilo que Deus reservou para mim.
Tenho convicção de que o que realmente importa diante de Deus não é:
· trabalho;
· dinheiro;
· posição social;
· sucesso material;
· relacionamentos.
O que considero importante é buscar sabedoria e paz. É essa busca que me proporciona felicidade. Minha felicidade está mais na busca do que no encontro. rsrsrs
Minha maior preocupação não é comigo, porque sei mais do que ninguém lidar com fracassos.
Preocupo-me com minha irmã, pois temo que um dia ela sofra por ter confiado excessivamente em homens.
Também me preocupo com meu pai ao realizar atividades perigosas em locais elevados e com sua saúde.
Preocupo-me igualmente com minha mãe ao enfrentar longos deslocamentos que considero arriscados.
Essas são preocupações reais da minha vida. Quanto às organizações religiosas que considero falsas, não desejo fazer parte delas.
Meu objetivo é tornar-me uma pessoa sábia, e não apenas alguém que trabalha sem questionar.
Se a busca pela sabedoria fosse fácil, todos já viveríamos em perfeita paz.
Referência bíblica: Jardim do Éden — Gênesis 2–3.
Na minha visão, o movimento das Testemunhas de Jeová representa a continuidade de um projeto iniciado no século XIX, que atravessou gerações e acumulou grande patrimônio.
Referência histórica: Charles Taze Russell (1852–1916), fundador do movimento que deu origem às atuais entity[“organization”,“Testemunhas de Jeová”,“organização religiosa cristã”].
Se for para viver um sonho, prefiro viver o meu próprio.
Se fosse servir a algum reino, escolheria o Reino de Deus, cujo Rei é Jesus Cristo, e não qualquer estrutura organizacional humana.
Observação histórica: A expressão “Corpo Governante” é utilizada institucionalmente pelas entity[“organization”,“Testemunhas de Jeová”,“organização religiosa cristã”], mas esse título específico não aparece literalmente no texto bíblico.
Na minha opinião, muitas pessoas aceitam essas ideias sem examiná-las cuidadosamente.
Também considero questionável o uso do nome “Jeová” como pronúncia do Tetragrama YHWH (יהוה).
Referência histórica e linguística:
O nome “Jeová”
surgiu na Idade Média pela combinação das consoantes YHWH com as vogais
de Adonai. Atualmente, muitos estudiosos consideram Yahweh a
reconstrução acadêmica mais provável da pronúncia original, embora não exista
certeza absoluta.
Também acredito que a expressão “Testemunhas de Jeová” não corresponde ao uso histórico encontrado nas Escrituras.
Êxodo – Os
hebreus testemunharam os sinais realizados por Deus durante a saída do
Egito.
Referências bíblicas relacionadas: Isaías 43:10 – “Vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor…”








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